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Bloco Cerâmico é aliado da construção racionaliza

05 maio 2016, por Ceramica Salema em Artigos

A procura pelo sistema racionalizado de vedação tem aumentado no mercado paraibano. A utilização de blocos cerâmicos para vedação racionalizada permite uma obra com menos quebra de tijolos, mais conforto termo acústico, melhor organização de material e uma otimização do produto final

Em depoimento a Revista Casa Cerâmica, 2ª edição, o engenheiro Marco Addor fala sobre o papel do bloco cerâmico na construção racionalizada, apontando que o projeto de Vedações “tem como compromisso racionalizar as alvenarias utilizadas em obra, elaborando e detalhando as paginações a fim de orientar da melhor forma, a equipe de obras na hora da execução”.

Para o engenheiro, o bloco cerâmico entra como grande aliado na construção racionalizada, pois é mais leve que o bloco de concreto e possibilita maior flexibilidade no projeto. Um facilitador que possui vários modelos que atendem algumas demandas importantes de obra, como a execução racionalizada das paredes. Os formatos das peças compõem três tipos de blocos na classe de vedação, com dimensões de 14x19x19, 14x19x39 e 9x19x19.

Essa variação nos formatos das peças gera menos entulho e maior economia de argamassa na obra. Os blocos de vedação são utilizados para fechar estruturas ou dividir, tendo seus furos na horizontal que facilitam a passagem das instalações elétrica e hidráulica, eliminando a quebra das alvenarias.

“Outra característica que otimiza o tempo de obra, o bloco cerâmico facilita o alinhamento da prumada das paredes e demanda menos tempo de assentamento, reduzindo o consumo de materiais de acabamento e mão de obra. Além de aliado de construção, o bloco promove o conforto termo acústico dos ambientes e resiste às intempéries sem deformações, promovendo maior conforto e durabilidade para os projetos”, destaca Marco Addor.

O sistema de vedação racionalizada adota uma forma de construção diferente da convencional e seus blocos cerâmicos possuem formatos e tamanhos diferentes, exigindo mão de obra especializada.

 

Fonte: Texto modificado Revista Casa Cerâmica, 2ª ed., 2016.

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